AS CRIANÇAS

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A criança é espontânea e, ao menos no imaginário popular, sem maldade. Vê a vida com descontração, como brincadeira ou diversão, sem a conotação mórbida, complicada e sisuda que nós adultos, frequentemente lhe emprestamos.
Ainda de acordo com essa ideia geral, a criança permite envolver-se com as situações da vida com leveza, delicadeza; em suma: deixa-se conduzir conforme o fluxo que a vida lhe apresenta.
Não se rebela, se conduzida com amor.
Fico hoje a imaginar, ainda, quanto temos a aprender com as crianças. Quanto precisamos deixar brotar, renascer e crescer em nós a criança divina que dissimulamos ou soterramos ao longo da vida.
Creio firmemente que ser criança, viver como criança e deixar-se envolver com as crianças ainda é a melhor maneira de despertar a simplicidade no relacionamento com a vida, com o mundo e com Deus.

Madre Teresa de Calcutá

Fonte: Livro “A Força Eterna do Amor” – Pelas mãos de Robson Pinheiro


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