NEM TÃO DEPRESSA NEM TÃO DEVAGAR

Nem tão depressa, que te inquietes;

nem tão devagar, que te acomodes.

Nem tão depressa, que precipites;

nem tão devagar, que te retardes.

Nem tão depressa que te agites;

nem tão devagar, que te anules.

Nem tão depressa, que sofras;

nem tão devagar, que te insensibiliza.

Nem tão depressa, que não se enraíze;

nem tão devagar, que não produza frutos.

Nem tão depressa, que seja agora;

nem tão devagar, que não seja nunca.

Nem tão depressa, que não possas;

nem tão devagar, que não queiras.

Nem tão depressa e nem tão devagar, fora do ritmo que Deus imprime no aperfeiçoamento de sua própria Obra.

Irmão José

Fonte: Livro “Dias Melhores” – Psicografia de Carlos A.Baccelli

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