O SENTIDO DA VIDA

O homem, consciente de sua impermanência na Terra, busca por todos os meios encontrar o sentido do seu viver.

Há uma hora em que tudo parece escurecer.

ele se perde, seu céu é tomado por nuvens negras, nada vê pela frente, tudo parece sem sentido. É nesta hora de desesperança que, com reflexões profundas, indaga sobre o sentido da própria vida.

Pode-se por analogia, comparar a vida do se humano a um oceano, com sua inconstância, seus altos, seus altos e baixos, suas permanentes mudanças e profundezas insondáveis. As circunstâncias da vida, como as ondas, veem e vão, num incessante e irregular movimento sempre em (constante) movimento. Em seu íntimo, das profundezas do seu ser, os sentimentos eclodem em variadas reações aos estímulos externos, positiva ou negativamente. Da natureza dessas respostas depende seu futuro (tudo que semear terá que colher).

Quando alcança a compreensão de que é ali que reside todo o potencial do mais puro amor, sua vida clareia e serena. Ele não necessita buscar mais o aparato da matéria e tal almejada felicidade; encontra-a dentro de si. Pronta para dar sentido a sua vida, ao seu existir na Terra.

Valdenir Ormeneze Zanin

Fonte: Revista Ser Espírita

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